domingo, 1 de novembro de 2009
Sertão
Dançarina: Quando nada é certo, tudo é possível!
Alice: ?
Dançarina:
Alice:
Pintor: O nada então pairava no ar do sertão seco. Alice se ali se visse. Tão fora de si e da situação... Estava sem seu Deus...
Alice: Cantei pra chover essa noite, rezei pra chover um instante, o índio com a tribo dançou, mas nada adiantou. A gota que caiu foi a lágrima no chão que secou, a tristeza alagou o rio a pinguela que restou, o povo aqui embaixo não se comoveu, com a noticia do povo que lá encima sofre. A tristeza transbordou, ninguém se importou...
Alice: ?
Dançarina:
Alice:
Pintor: O nada então pairava no ar do sertão seco. Alice se ali se visse. Tão fora de si e da situação... Estava sem seu Deus...
Alice: Cantei pra chover essa noite, rezei pra chover um instante, o índio com a tribo dançou, mas nada adiantou. A gota que caiu foi a lágrima no chão que secou, a tristeza alagou o rio a pinguela que restou, o povo aqui embaixo não se comoveu, com a noticia do povo que lá encima sofre. A tristeza transbordou, ninguém se importou...
piras
Alice pode ser uma menina que quer ser atriz, mas não entende nada sobre teatro o que se é uma atriz. Posso trazer essas experinecias que tive passando pelo ponto de cultura...
O Teatro têm muitos gêneros, vou tentar entender um por vez:
Auto (latim: actu = ação, ato) é um sub-gênero da literatura dramática. Tem sua origem na Idade Média, na Espanha, por volta do século XII. Em Portugal, no século XVI, Gil Vicente é a grande expressão deste gênero dramático. Camões e Dom Francisco Manuel de Melo também adotaram esta forma.O auto era escrito em redondilhos e visava satirizar pessoas. Como os autos de Gil Vicente deixam perceber claramente (vide, por exemplo, O Auto da Alma e O Auto da Barca do Inferno), a moral é um elemento decisivo nesse sub-gênero.
A consolidação do teatro, enquanto espetáculo pra mim se deu em função as minhas manifestações ao o Deus das Paixões. A cada nova paixão, era realizada uma criação em agradecimento ao deus, através de musicas, montagens cenicas, poesias, histórias, documentários, pinturas...
O teatro surgiu com função de catequizar os indios... Como é o teatro hoje então, se ele vei pra tirar nossa cultura, será que ele faz isso hoje ainda? O que é o teatro vindo por esse pensamento?
um teatro que que veio criando forma junto as transformaçoes politicas da época. ele tambem influenciava a politica? Consigo visualizar isso hoje? Teatro e Politca hoje, eles se acompanham? Como consigo enxergar isso? Tenho de trazer visões praticas, cotidianas pra entender...
escreveu alguns autos (antiga composição teatral) que visavam a catequização dos indígenas
Posso usar o teatro nesse lócica tb, mas cateczar o sistema através de uma peça teatral...
comédia de costumes, o gênero mais característico da tradição cênica brasileira.
Quando tudo parecia ir bem com o teatro brasileiro, a ditadura militar veio impor a censura prévia a autores e encenadores, levando o teatro a um retrocesso produtivo, mas não criativo. Prova disso é que nunca houve tantos dramaturgos atuando simultaneamente.
estímulo a uma nova dramaturgia.
O Teatro têm muitos gêneros, vou tentar entender um por vez:
Auto (latim: actu = ação, ato) é um sub-gênero da literatura dramática. Tem sua origem na Idade Média, na Espanha, por volta do século XII. Em Portugal, no século XVI, Gil Vicente é a grande expressão deste gênero dramático. Camões e Dom Francisco Manuel de Melo também adotaram esta forma.O auto era escrito em redondilhos e visava satirizar pessoas. Como os autos de Gil Vicente deixam perceber claramente (vide, por exemplo, O Auto da Alma e O Auto da Barca do Inferno), a moral é um elemento decisivo nesse sub-gênero.
A consolidação do teatro, enquanto espetáculo pra mim se deu em função as minhas manifestações ao o Deus das Paixões. A cada nova paixão, era realizada uma criação em agradecimento ao deus, através de musicas, montagens cenicas, poesias, histórias, documentários, pinturas...
O teatro surgiu com função de catequizar os indios... Como é o teatro hoje então, se ele vei pra tirar nossa cultura, será que ele faz isso hoje ainda? O que é o teatro vindo por esse pensamento?
um teatro que que veio criando forma junto as transformaçoes politicas da época. ele tambem influenciava a politica? Consigo visualizar isso hoje? Teatro e Politca hoje, eles se acompanham? Como consigo enxergar isso? Tenho de trazer visões praticas, cotidianas pra entender...
escreveu alguns autos (antiga composição teatral) que visavam a catequização dos indígenas
Posso usar o teatro nesse lócica tb, mas cateczar o sistema através de uma peça teatral...
comédia de costumes, o gênero mais característico da tradição cênica brasileira.
Quando tudo parecia ir bem com o teatro brasileiro, a ditadura militar veio impor a censura prévia a autores e encenadores, levando o teatro a um retrocesso produtivo, mas não criativo. Prova disso é que nunca houve tantos dramaturgos atuando simultaneamente.
estímulo a uma nova dramaturgia.
TeAtRo
O teatro é uma arte em que um ator, ou conjunto de atores, interpreta uma história ou atividades, com auxílio de dramaturgos, diretores e técnicos, que têm como objetivo apresentar uma situação e despertar sentimentos no público.
Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, e nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço.
O vocábulo grego Théatron estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vê". Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente aos espectadores, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu, supõe-se, na Grécia antiga, no século IV a.C..
Índice
[esconder]
* 1 História do teatro
o 1.1 Grécia antiga
o 1.2 Principais Autores Gregos
* 2 Teatro no Brasil
* 3 Teatro em Portugal
* 4 Gêneros teatrais
* 5 Ver também
* 6 Ligações externas
[editar] História do teatro
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: História do teatro
[editar] Grécia antiga
O antigo teatro de Delfos,(Grécia).
A consolidação do teatro, enquanto espetáculo, na Grécia antiga deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dionísio (equivalente ao deus romano Baco). A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões.
Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "diretores de coro" (os organizadores das procissões).
Nas procissões, os participantes se embriagavam, cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio. Em procissões urbanas, se reuniam aproximadamente vinte mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram bem menores.
O primeiro diretor de coro foi Téspis, que foi convidado pelo tirano Préstato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar pois, em razão do grande número de participantes, era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam visualizar o sentimento da cena pelas máscaras.
O "Coro" era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o ator e a platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um representante do coro que se comunicava com a platéia.
Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro ator grego que foi consagrado deus do universo, por causa do professor kalil.
[editar] Principais Autores Gregos
Os tragediógrafos
Muitas das tragédias escritas se perderam e, na atualidade, são três os tragediógrafos conhecidos e considerados importantes: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.
* Ésquilo (525 a 456 a.C.. aproximadamente)
o Principal texto: Prometeu acorrentado.
o Tema principal que tratava: contava fatos sobre os deuses e os mitos.
* Sófocles (496 a 406 a.C. aproximadamente)
o Principal texto: Édipo Rei.
o Tema principal que tratava: as grandes figuras reais.
* Eurípedes (484 a 406 a.C. aproximadamente)
o Principal texto: As troianas
o Tema principal que tratava: dos renegados, dos vencidos (pai do drama ocidental)
Os comediógrafos
* Aristófanes (445 a.C. – 386 a.C.)
o Dramaturgo grego considerado o maior representante da comédia grega clássica.
* Menandro (c. 342 a.C. - 291 a.C.)
* Mistorintófoles (456 a.C.)
o Um dos maiores autores do teatro Grego que, por sua vez, fez muitas peças famosas, como o "Deus Herfolinhous", e muitas outras.
* Plauto e Terêncio
o Comediógrafos romanos da antiguidade.
[editar] Teatro no Brasil
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Teatro do Brasil
Entrada do teatro universitário da UFMG.
Entrada do Teatro Santo Agostinho, do Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte.
O teatro no Brasil surgiu no século XVI, tendo como motivo a propagação da fé religiosa. Dentre uns poucos autores, destacou-se o padre José de Anchieta, que escreveu alguns autos (antiga composição teatral) que visavam a catequização dos indígenas, bem como a integração entre portugueses, índios e espanhóis. Exemplo disso é o Auto de São Lourenço, escrito em tupi-guarani, português e espanhol.
Um hiato de dois séculos separa a atividade teatral jesuítica da continuidade e desenvolvimento do teatro no Brasil. Isso porque, durante os séculos XVII e XVIII, o país esteve envolvido com seu processo de colonização (enquanto colónio de Portugal) e em batalhas de defesa do território colonial. Foi a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, que trouxe inegável progresso para o teatro, consolidado pela Independência, em 1822.
O ator João Caetano formou, em 1833, uma companhia brasileira. Seu nome está vinculado a dois acontecimentos fundamentais da história da dramaturgia nacional: a estréia, em 13 de março de 1838, da peça Antônio José ou O Poeta e a Inquisição, de autoria de Gonçalves de Magalhães, a primeira tragédia escrita por um brasileiro e a única de assunto nacional; e, em 4 de outubro de 1838, a estréia da peça O Juiz de Paz na Roça, de autoria de Martins Pena, chamado na época de o "Molière brasileiro", que abriu o filão da comédia de costumes, o gênero mais característico da tradição cênica brasileira.
Gonçalves de Magalhães, ao voltar da Europa em 1867, introduziu no Brasil a influência romântica, que iria nortear escritores, poetas e dramaturgos. Gonçalves Dias (poeta romântico) é um dos mais representativos autores dessa época, e sua peça Leonor de Mendonça teve altos méritos, sendo até hoje representada. Alguns romancistas, como Machado de Assis, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar, e poetas como Álvares de Azevedo e Castro Alves, também escreveram peças teatrais no século XIX.
O século XX despontou com um sólido teatro de variedades, mescla do varieté francês e das revistas portuguesas. As companhias estrangeiras continuavam a vir ao Brasil, com suas encenações trágicas e suas óperas bem ao gosto refinado da burguesia. O teatro ainda não recebera as influências dos movimentos modernos que pululavam na Europa desde fins do século anterior.
Os ecos da modernidade chegaram ao teatro brasileiro na obra de Oswald de Andrade, produzida toda na década de 1930, com destaque para O Rei da Vela, só encenada na década de 1960 por José Celso Martinez Corrêa. É a partir da encenação de Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, que nasce o moderno teatro brasileiro, não somente do ponto-de-vista da dramaturgia, mas também da encenação, e em pleno Estado Novo.
Surgiram grupos e companhias estáveis de repertório. Os mais significativos, a partir da década de 1940, foram: Os Comediantes, o TBC, o Teatro Oficina, o Teatro de Arena, o Teatro dos Sete, a Companhia Celi-Autran-Carrero, entre outros.
Quando tudo parecia ir bem com o teatro brasileiro, a ditadura militar veio impor a censura prévia a autores e encenadores, levando o teatro a um retrocesso produtivo, mas não criativo. Prova disso é que nunca houve tantos dramaturgos atuando simultaneamente.
Com o fim do regime militar, no início da década de 1980, o teatro tentou recobrar seus rumos e estabelecer novas diretrizes. Surgiram grupos e movimentos de estímulo a uma nova dramaturgia.
[editar] Teatro em Portugal
Gil Vicente
(1465 – 1536?) É considerado o fundador do teatro português, no século XVI. Este, na sua Farsa dos Almocreves, em 1526, fala do Brasil.
António Ferreira
(Lisboa, 1528 – 1569) Estudou em Coimbra e também foi o discípulo mais famoso de Sá de Miranda, tendo sido um dos impulsionadores da cultura renascentista em Portugal. Escreveu em 1587 a primeira tragédia do classicismo renascentista português, Castro, inspirada nos amores de D. Pedro I e D. Inês de Castro, traduzida para o inglês em 1597, e posteriormente, para o francês e o alemão.
D. José, rei de Portugal
Seguindo as instruções de seu pai, inaugurou em Lisboa, a 2 de Abril de 1755, o Teatro Real do Paço da Ribeira (no Terreiro do Paço), mais conhecido por Ópera do Tejo, situado junto ao rio do mesmo nome, num espaço entre os actuais Terreiro do Paço (Praça do Comércio) e Cais do Sodré. Seria a estrutura mais luxuosa e inovadora do género na Europa, que cairia totalmente por terra com o terrível Terramoto de 1755 e contando apenas sete meses de vida.
Almeida Garrett
(Porto, 1799 – Lisboa, 1854) Foi um proeminente escritor e dramaturgo romântico, que fundou o Conservatório Geral de Arte Dramática, edificou o Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa e organizou a Inspecção-Geral dos Teatros, revolucionando por completo a política cultural portuguesa a partir de 1836, no rescaldo das Guerras Liberais. Frei Luís de Sousa é a sua obra maior.
Outros
Já no século XX encontram-se grandes nomes da literatura portuguesa a escrever para teatro, como é o caso de Júlio Dantas, Raúl Brandão e José Régio. Às portas da década de 1960, o contexto político fomentou uma nova literatura de intervenção, que se estendeu aos palcos através dos nomes de Bernardo Santareno, Luiz Francisco Rebello, José Cardoso Pires e Luís de Sttau Monteiro, que produziram grandes e intensas obras.
Neste momento existe em Portugal um teatro que se renova constantemente e que prima pela sua abundante diversidade, apesar do fraco investimento por parte do Ministério da Cultura e das fracas condições com que a maior parte dos artistas ainda trabalha. São vários os grupos que se têm destacado na cena contemporânea portuguesa: Casa Conveniente, Teatro Praga, Cão Solteiro, As Boas Raparigas, Teatro da Garagem, Teatro Meridional, Sensurround, Assédio e A Escola da Noite). Esses grupos têm renovado um panorama que até a década de 1990 era ainda dominado pelos encenadores carismáticos dos grupos independentes da década de 1970, como Luís Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), João Mota (Comuna - Teatro de Pesquisa), Jorge Silva Melo (Artistas Unidos) e Joaquim Benite (Companhia de Teatro de Almada), que são ainda detentores da maior parte dos subsídios atribuídos pelo Ministério da Cultura.
Destaca-se ainda as companhias de teatro que desenvolvem um trabalho de itinerância por todo o território do país, como são os casos do Teatro ACERT (Tondela), dos Cães à Solta (Castelo Branco),do Teatro da Serra do Montemuro (Castro Daire), o Grupo Cultural e Recreativo de Rossas (Arouca), Pim teatro (Évora), Urze-Teatro (Vila Real), Teatro das Beiras (Covilhã), Entretanto Teatro (Valongo), Teatro do Mar (Sines) entre outros. Estas companhias que trabalham com inúmeras dificuldades, em particular ao nível das condições técnicas, representam uma parte bastante reduzida do orçamento do Ministério da Cultura.
Com grande divulgação encontra-se o Festival Alkantara, Festival de Almada, FITEI (Porto), Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia Maia e Citemor (Montemor-O-Velho), entre outros, que acolhem o que de melhor se faz em teatro em Portugal e no mundo inteiro.
Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, e nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço.
O vocábulo grego Théatron estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vê". Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente aos espectadores, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu, supõe-se, na Grécia antiga, no século IV a.C..
Índice
[esconder]
* 1 História do teatro
o 1.1 Grécia antiga
o 1.2 Principais Autores Gregos
* 2 Teatro no Brasil
* 3 Teatro em Portugal
* 4 Gêneros teatrais
* 5 Ver também
* 6 Ligações externas
[editar] História do teatro
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[editar] Grécia antiga
O antigo teatro de Delfos,(Grécia).
A consolidação do teatro, enquanto espetáculo, na Grécia antiga deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dionísio (equivalente ao deus romano Baco). A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões.
Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "diretores de coro" (os organizadores das procissões).
Nas procissões, os participantes se embriagavam, cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio. Em procissões urbanas, se reuniam aproximadamente vinte mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram bem menores.
O primeiro diretor de coro foi Téspis, que foi convidado pelo tirano Préstato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar pois, em razão do grande número de participantes, era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam visualizar o sentimento da cena pelas máscaras.
O "Coro" era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o ator e a platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um representante do coro que se comunicava com a platéia.
Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro ator grego que foi consagrado deus do universo, por causa do professor kalil.
[editar] Principais Autores Gregos
Os tragediógrafos
Muitas das tragédias escritas se perderam e, na atualidade, são três os tragediógrafos conhecidos e considerados importantes: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.
* Ésquilo (525 a 456 a.C.. aproximadamente)
o Principal texto: Prometeu acorrentado.
o Tema principal que tratava: contava fatos sobre os deuses e os mitos.
* Sófocles (496 a 406 a.C. aproximadamente)
o Principal texto: Édipo Rei.
o Tema principal que tratava: as grandes figuras reais.
* Eurípedes (484 a 406 a.C. aproximadamente)
o Principal texto: As troianas
o Tema principal que tratava: dos renegados, dos vencidos (pai do drama ocidental)
Os comediógrafos
* Aristófanes (445 a.C. – 386 a.C.)
o Dramaturgo grego considerado o maior representante da comédia grega clássica.
* Menandro (c. 342 a.C. - 291 a.C.)
* Mistorintófoles (456 a.C.)
o Um dos maiores autores do teatro Grego que, por sua vez, fez muitas peças famosas, como o "Deus Herfolinhous", e muitas outras.
* Plauto e Terêncio
o Comediógrafos romanos da antiguidade.
[editar] Teatro no Brasil
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Teatro do Brasil
Entrada do teatro universitário da UFMG.
Entrada do Teatro Santo Agostinho, do Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte.
O teatro no Brasil surgiu no século XVI, tendo como motivo a propagação da fé religiosa. Dentre uns poucos autores, destacou-se o padre José de Anchieta, que escreveu alguns autos (antiga composição teatral) que visavam a catequização dos indígenas, bem como a integração entre portugueses, índios e espanhóis. Exemplo disso é o Auto de São Lourenço, escrito em tupi-guarani, português e espanhol.
Um hiato de dois séculos separa a atividade teatral jesuítica da continuidade e desenvolvimento do teatro no Brasil. Isso porque, durante os séculos XVII e XVIII, o país esteve envolvido com seu processo de colonização (enquanto colónio de Portugal) e em batalhas de defesa do território colonial. Foi a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, que trouxe inegável progresso para o teatro, consolidado pela Independência, em 1822.
O ator João Caetano formou, em 1833, uma companhia brasileira. Seu nome está vinculado a dois acontecimentos fundamentais da história da dramaturgia nacional: a estréia, em 13 de março de 1838, da peça Antônio José ou O Poeta e a Inquisição, de autoria de Gonçalves de Magalhães, a primeira tragédia escrita por um brasileiro e a única de assunto nacional; e, em 4 de outubro de 1838, a estréia da peça O Juiz de Paz na Roça, de autoria de Martins Pena, chamado na época de o "Molière brasileiro", que abriu o filão da comédia de costumes, o gênero mais característico da tradição cênica brasileira.
Gonçalves de Magalhães, ao voltar da Europa em 1867, introduziu no Brasil a influência romântica, que iria nortear escritores, poetas e dramaturgos. Gonçalves Dias (poeta romântico) é um dos mais representativos autores dessa época, e sua peça Leonor de Mendonça teve altos méritos, sendo até hoje representada. Alguns romancistas, como Machado de Assis, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar, e poetas como Álvares de Azevedo e Castro Alves, também escreveram peças teatrais no século XIX.
O século XX despontou com um sólido teatro de variedades, mescla do varieté francês e das revistas portuguesas. As companhias estrangeiras continuavam a vir ao Brasil, com suas encenações trágicas e suas óperas bem ao gosto refinado da burguesia. O teatro ainda não recebera as influências dos movimentos modernos que pululavam na Europa desde fins do século anterior.
Os ecos da modernidade chegaram ao teatro brasileiro na obra de Oswald de Andrade, produzida toda na década de 1930, com destaque para O Rei da Vela, só encenada na década de 1960 por José Celso Martinez Corrêa. É a partir da encenação de Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, que nasce o moderno teatro brasileiro, não somente do ponto-de-vista da dramaturgia, mas também da encenação, e em pleno Estado Novo.
Surgiram grupos e companhias estáveis de repertório. Os mais significativos, a partir da década de 1940, foram: Os Comediantes, o TBC, o Teatro Oficina, o Teatro de Arena, o Teatro dos Sete, a Companhia Celi-Autran-Carrero, entre outros.
Quando tudo parecia ir bem com o teatro brasileiro, a ditadura militar veio impor a censura prévia a autores e encenadores, levando o teatro a um retrocesso produtivo, mas não criativo. Prova disso é que nunca houve tantos dramaturgos atuando simultaneamente.
Com o fim do regime militar, no início da década de 1980, o teatro tentou recobrar seus rumos e estabelecer novas diretrizes. Surgiram grupos e movimentos de estímulo a uma nova dramaturgia.
[editar] Teatro em Portugal
Gil Vicente
(1465 – 1536?) É considerado o fundador do teatro português, no século XVI. Este, na sua Farsa dos Almocreves, em 1526, fala do Brasil.
António Ferreira
(Lisboa, 1528 – 1569) Estudou em Coimbra e também foi o discípulo mais famoso de Sá de Miranda, tendo sido um dos impulsionadores da cultura renascentista em Portugal. Escreveu em 1587 a primeira tragédia do classicismo renascentista português, Castro, inspirada nos amores de D. Pedro I e D. Inês de Castro, traduzida para o inglês em 1597, e posteriormente, para o francês e o alemão.
D. José, rei de Portugal
Seguindo as instruções de seu pai, inaugurou em Lisboa, a 2 de Abril de 1755, o Teatro Real do Paço da Ribeira (no Terreiro do Paço), mais conhecido por Ópera do Tejo, situado junto ao rio do mesmo nome, num espaço entre os actuais Terreiro do Paço (Praça do Comércio) e Cais do Sodré. Seria a estrutura mais luxuosa e inovadora do género na Europa, que cairia totalmente por terra com o terrível Terramoto de 1755 e contando apenas sete meses de vida.
Almeida Garrett
(Porto, 1799 – Lisboa, 1854) Foi um proeminente escritor e dramaturgo romântico, que fundou o Conservatório Geral de Arte Dramática, edificou o Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa e organizou a Inspecção-Geral dos Teatros, revolucionando por completo a política cultural portuguesa a partir de 1836, no rescaldo das Guerras Liberais. Frei Luís de Sousa é a sua obra maior.
Outros
Já no século XX encontram-se grandes nomes da literatura portuguesa a escrever para teatro, como é o caso de Júlio Dantas, Raúl Brandão e José Régio. Às portas da década de 1960, o contexto político fomentou uma nova literatura de intervenção, que se estendeu aos palcos através dos nomes de Bernardo Santareno, Luiz Francisco Rebello, José Cardoso Pires e Luís de Sttau Monteiro, que produziram grandes e intensas obras.
Neste momento existe em Portugal um teatro que se renova constantemente e que prima pela sua abundante diversidade, apesar do fraco investimento por parte do Ministério da Cultura e das fracas condições com que a maior parte dos artistas ainda trabalha. São vários os grupos que se têm destacado na cena contemporânea portuguesa: Casa Conveniente, Teatro Praga, Cão Solteiro, As Boas Raparigas, Teatro da Garagem, Teatro Meridional, Sensurround, Assédio e A Escola da Noite). Esses grupos têm renovado um panorama que até a década de 1990 era ainda dominado pelos encenadores carismáticos dos grupos independentes da década de 1970, como Luís Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), João Mota (Comuna - Teatro de Pesquisa), Jorge Silva Melo (Artistas Unidos) e Joaquim Benite (Companhia de Teatro de Almada), que são ainda detentores da maior parte dos subsídios atribuídos pelo Ministério da Cultura.
Destaca-se ainda as companhias de teatro que desenvolvem um trabalho de itinerância por todo o território do país, como são os casos do Teatro ACERT (Tondela), dos Cães à Solta (Castelo Branco),do Teatro da Serra do Montemuro (Castro Daire), o Grupo Cultural e Recreativo de Rossas (Arouca), Pim teatro (Évora), Urze-Teatro (Vila Real), Teatro das Beiras (Covilhã), Entretanto Teatro (Valongo), Teatro do Mar (Sines) entre outros. Estas companhias que trabalham com inúmeras dificuldades, em particular ao nível das condições técnicas, representam uma parte bastante reduzida do orçamento do Ministério da Cultura.
Com grande divulgação encontra-se o Festival Alkantara, Festival de Almada, FITEI (Porto), Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia Maia e Citemor (Montemor-O-Velho), entre outros, que acolhem o que de melhor se faz em teatro em Portugal e no mundo inteiro.
Ilhéus Bahia
I Mostra de Música Alternativa de Ilhéus - CHOCOLATE GROOVE
Local: Teatro Municipal de Ilhéus - A partir das 19:00 horas
GRAVAÇÃO DO DVD - DOCUMENTÁRIO
Exposição: Memória da Música Alternativa de Ilhéus - Realização CEDOC/UESC
Dia 6/nov: bandas - PALHA ASSADA, INFECTED MINDS e OQUADRO
Dia 7/nov: bandas - IMPROVISO NORDESTINO, MORTÍFERA e QUIZILA
Dia 8/nov: bandas - ÁREA DE IMPACTO, SAMBADILA E DR. IMBIRA
Meia R$ 5,00 reais e inteira R$ 10,00 reais
Local: Teatro Municipal de Ilhéus - A partir das 19:00 horas
GRAVAÇÃO DO DVD - DOCUMENTÁRIO
Exposição: Memória da Música Alternativa de Ilhéus - Realização CEDOC/UESC
Dia 6/nov: bandas - PALHA ASSADA, INFECTED MINDS e OQUADRO
Dia 7/nov: bandas - IMPROVISO NORDESTINO, MORTÍFERA e QUIZILA
Dia 8/nov: bandas - ÁREA DE IMPACTO, SAMBADILA E DR. IMBIRA
Meia R$ 5,00 reais e inteira R$ 10,00 reais
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